sábado, 6 de junho de 2015

Contos de Terror - Banquete

Contos de Terror - Banquete


Por Mirlene  Souza

O disco deslizava na vitrola com suavidade e preenchia o ambiente com acordes agradáveis de jazz. Era uma sala ampla, com janelas altas e envidraçadas. Do lado de dentro, cortinas de tecido translúcido flutuavam seguindo o ritmo da brisa que vinha de fora, desenhando um delicado balé em tons de amarelo e dourado. Mobília antiga, em madeira nobre e preciosos veludos e brocados, adornavam o grande cômodo ostentando riqueza e sofisticação. Tapetes caros, vasos de porcelana e um grande espelho francês sobre o aparador do século XIX. Tudo isso completava o cenário de luxo e opulência que aquela sala de jantar traduzia.

No centro, a mesa do banquete repousava solenemente sob a luz do enorme lustre de cristal. Longa, pesada e escura. Cercada por duas dúzias de cadeiras de espaldar alto, coberta pelos mais variados pratos e iguarias. A prataria reluzia, espalhando faíscas luminosas por entre as taças e garrafas de vinho e champanhe. Um porco descomunal descansava no meio da mesa, gorduroso e grotesco, abocanhando uma grande maçã, vermelha como sangue fresco. Pratos de guisados, tigelas de cremes e molhos de todos os tipos, bandejas de faisões e perus. Doces, tortas e bolos. Bifes exageradamente suculentos, pães de crosta grossa, peixes trazidos de mares exóticos e incontáveis tipos de frutas empilhadas em baixelas de prata. Um enorme caos de comida e bebida que pareciam não ter fim.

Sentado na cabeceira, o anfitrião estava satisfeito. Sentia um prazer peculiar rodeado por toda aquela confusão de cores, cheiros e sabores. A desordem da mesa lhe trazia uma espécie de excitação ao espírito e o deixava quase eufórico. Observava os convidados sem muita curiosidade. Gente que ele conhecia bem pouco, mal sabia seus nomes, onde moravam ou o que faziam. Uma moça loura com quem trocou algumas palavras num trem, um homem de meia idade que encontrou por acaso num bar, um jovenzinho que tentou lhe vender bilhetes de loteria, uma garçonete tagarela de um restaurante barato e mais uma dezena de outras figuras igualmente banais e desinteressantes.

Bebeu um longo gole de vinho. Pousou a taça e voltou a observar com prazer o banquete caótico e confuso. A comida ainda fumegava, disposta ao longo da mesa naquela falta de ordem e de cuidado que tanto lhe agradavam. As aves, os peixes, as sopas. Os pequenos bolos confeitados delicadamente com açúcar.  As carnes assadas com batatas e legumes. As taças de vinho viradas. As cabeças caídas sobre o peito ou dentro de pratos comidos pela metade. A moça loura sangrava pela boca e pelas narinas. O jovem vendedor de loterias ainda regurgitava o resto do creme de cebolas que acabara de comer. Alguns caíram das cadeiras enquanto se contorciam e se debatiam após o veneno começar a fazer efeito. Outros apenas tombaram as cabeças e morreram com mais tranquilidade. Mas no fim estavam todos mortos. Os olhos saltados. As bocas entreabertas. As faces em tons que variavam do roxo ao esverdeado. Mortos.


O anfitrião esvaziou a taça. Um fio avermelhado de vinho escorreu-lhe pelo canto da boca. Encarou o enorme porco com a maçã enfiada na boca. Sorriu, satisfeito. Naquela noite havia comido muito bem.

Misteriosa cratera gigante na Sibéria intriga cientistas

Misteriosa cratera gigante na Sibéria intriga cientistas, cratera na sibéria Um misterioso buraco gigante na Sibéria, na Rússia, tem deixado os cientistas e a população espantados. Um vídeo feito por um helicóptero mostra a estranha configuração e uma espécie de combustão ao redor da cratera.

Os relatórios iniciais e as imagens foram suspeitos de serem falsos, mas o buraco é um fenômeno real. O vídeo foi feito enquanto o helicóptero sobrevoava a área de Península de Yamal (também chamada de ‘fim do mundo’), ao norte do país, onde estão grandes campos de extração de gás.

O buraco tem cerca de 80 metros de diâmetro, mas sua profundidade ainda não foi estimada. Segundo The Siberian Times, uma equipe de cientistas foi enviada para recolher amostras no local e investigar o buraco.

Enquanto não há respostas para o mistério, surgem diversos rumores na internet sobre a origem da cratera. Enquanto alguns acreditam que o buraco surgiu após a queda de um meteorito, outros apontam que a cratera é um vestígio deixado pela aterrisagem ou queda de um ovni.

Anna Kurchatova, do Centro de Investigação Científica do Sub-Ártico, disse ao jornal que o buraco pode ser resultante do aquecimento global. Segundo a cientista, o solo congelado acumulou ao longo dos séculos bolsas de uma mistura de gás, água e sal. Com o calor, o local acumulou uma pressão suficiente para provocar uma explosão semelhante à da rolha de uma garrafa de champanhe.

Veja abaixo o vídeo feito pelo helicóptero:




Misteriosa cratera gigante na Sibéria intriga cientistas

Misteriosa cratera gigante na Sibéria intriga cientistas



O MISTÉRIO DO BARRANCO DE BADAJOZ

"Um lugar afastado e de difícil acesso, em uma ilha no Oceano Atlântico, seria o local ideal para a instalação de algum tipo de base com um tipo de portal para outra dimensão ou época?"
Porque um lugar como esse, o qual não desperta nenhuma suspeita apresentaria diversos tipos de fernômenos presenciados por diversas pessoas ao longo do tempo?"
Seria ficção, se não fosse real.
Este local existe, e se chama "Barranco de Badajoz".

O artigo a seguir é sobre os detalhes e acontecimentos ocorridos neste estranho e misterioso local!



Ilha de Tenerif (Região das Ilhas Canárias - Oceano Atlântico)

Em meados de 1912, escavadores trabalhavam em busca de água em uma região chamada de Barranco de Badajoz em Guimar na Ilha de Tenerife território Espanhol [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 28°18'15.53"N, 16°27'14.58"W].
Eles escavavam em longas e profundas cavernas quando um acidente assustou a todos os escavadores presentes, este acidente ocasionou em um desabamento revelando algo até então nunca visto por nenhum eles.
O desabamento deu aceso a uma enorme galeria onde seres até então nunca vistos foram encontrados de forma inesperada, uma vestimenta branco cobria as suas peles também de cor branca que ao olhar humano parecia ser fluorescente.
Os trabalhadores puderam observar ao total de 3 seres de igual aspecto se juntando e aproximando dos mesmo, os trabalhadores ficaram surpresos com cujo acontecimento e sairam correndo abandonando assim a mina e as escavações que os levaram a tal descoberta.

Correram prontamente até a base mais próxima da Guarda Civil e relatam o ocorrido aos policias que estavam de plantão que imediatamente tomaram o local vasculhando em busca desses seres nunca antes vistos, para a decepção dos trabalhadores nada foi encontrado e todo o local estava novamente fechado não dando lugar a enorme galeria subterrânea que havia sido encontrada.
As autoridades desestimularam o caso não dando sequencia as investigaçãoes acabando por abafar o insólito acontecimento.
Mais tarde existiu quem afirmasse que alguns trabalhadores disseram que os seres ao qual tiveram contato tentaram lhes mostrar onde havia água, porém, os escavadores se assustaram com esse contato e a tentativa amistosa de comunicação pelos seres foi frustrada.

Outro acontecimento que intrigou a todos os moradores locais foi um que teve como protagonista uma jovem menina.
Certo dia seu pai a deixou sair para pegar frutas e brincar, sendo que a garota desapareceu.
Foram realizadas buscas pela região mas nenhum sinal da garota foi encontrado.
Foi dada oficialmente como desaparecida em circunstâncias misteriosas. 
Misteriosamente cinquenta anos depois ela reapareceu como se nada houvesse acontecido, estava da mesma forma que havia sumido, com a mesma idade e com suas roupas intactas, como no dia em que desapareceu.
Mas tarde foi comentado que a garota disse ao seu pai após o seu retorno, foi a seguinte:
Disse que foi para a ravina em busca de frutas, e que lá adormeceu ao pé de uma árvore de pêra onde mais tarde foi despertada por um ser alto vestido de branco.
Como a aparência do ser era muito bonita, ele não despertou nenhum medo na menina, sendo que ela aceitou sem hesitação o convite que ele fez para acompanhá-lo.

A menina disse que acompanhou o ser até dentro de uma caverna na qual existiam alguns degraus a descer.
No final da descida havia um jardim onde existiam mais seres como aquele que a levou até lá, e todos vestidos de branco.
A garota permaneceu durante alguns minutos conversando com eles, sendo que o mesmo ser que a levou até lá, retornou com ela de volta para a saída da caverna, dizendo adeus.
Algumas pessoas garantem que a menina ainda está morando no mesmo bairro (San Juan), mas nunca quis que divulgassem seu nome. 
As investigações deste insólito acontecimento também foram desestimuladas pelas autoridades, se tornando um grande mistério sobre o que realmente aconteceu com a garota.
Teria a garota entrado em um portal "espaço-tempo", onde para ela junto com os seres se passou apenas algumas horas, sendo que na verdade se passaram 50 anos em nosso planeta?

Imagem de Satélite (Google Earth) da Região do Barranco de Badajoz

Outro fato intrigante que ocorreu na região do Barrando de Badajoz, foi no dia 1 de julho de 1991, quando um grupo de pesquisadores e cientistas conseguiram fotografar algo que os intrigou.
Ao subirem pelo Barranco de Badajoz o grupo escutou um estranho barulho e um dos pesquisadores tirou uma foto direcionada ao nada já que a escuridão da noite tomava o local.
Ao verem o que havia saído na foto perceberam que algo nada convencional surgiu na imagem da fotografia, parecendo com um ser que estava voando.
Devido à esse fato, muitos apelidaram tal imagem de "O ser Alado"
A foto citada foi uma das fotografias mais inquietantes feita até hoje neste mistérioso local.


          



Havia muitos objetos tidos "com poderes místicos" ou talismãs que a SS de Hitler (especificamente o Departamento de Arqueologia alemão) procurou por todo o mundo: a Arca da Aliança, a Pedra do Destino, O Santo Graal, a Lança de Longinus, etc...
Alguns desses itens tiveram a infelicidade de cair em suas mãos.

A fotografia abaixo, de adaga decorativa representando um ser alado, foi levado por Francisco Padrón Hernández, o qual relatou que estava a três dias em sua posse, dizendo que foi encontrado em 28 de Julho de 1991 às 15:00' por uma pessoa de confiança.
Em 28 de julho de 1991, uma pessoa encontrada na ravina do punho ou aparar um punhal com a escultura de um ser alado.
Segundo pesquisadores, as asas da adaga, bem como seus detalhes, indicam que pertenceu à SS de Hitler durante a segunda guerra m undial, mostrando que os nazistas visitaram a região do Barranco de Badajoz.



Existiria um relacionamento com a obcessão de Hitler em encontrar objetos místicos e talismãs, os quais poderiam lhe oferecer "poder ilimitado", com a visita ao Barranco de Badajoz?
O que a SS (Polícia Secreta de Hitler) estaria fazendo naquelas imediações?
Teriam eles, sabendo dos misteriosos fenômenos que ocorriam no local, procurar por algo ou algum "ser" especial?
Quem sabe um dia, quando os documentos recolhidos dos arquivos de Hitler após o fim da Segunda Guerra Mundial, e que estão guardados à sete chaves pelos governos Americano e Inglês por motivos de "segurança nacional", forem liberados para consulta, esse e outros mistérios existentes sejam finalmente revelados.
Mas por enquanto, este é mais um dos vários mistérios que rondam o sombrio "Barranco de Badajoz".

Quem gostaria de fazer uma visita no "Barranco de Badajoz"?

A teoria dos universos paralelos

"Existe uma teoria muito discutida no mundo científico, chamada "Teoria dos Mundos Paralelos.
Segundo essa teoria, existiriam em outras dimensões, mundos idênticos ao nosso, com as mesmas características e pessoas, mas funcionando de uma forma diferente.
Seria esse talvez o motivo do avistamento em nosso mundo de criaturas bizarras, como também da ocorrência de estranhos fenõmenos que não podemos explicar, como desaparecimentos inexplicáveis?"

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O artigo a seguir descreve essa possibilidade!

Em 1954, Hugh Everett III, um jovem candidato ao doutorado da Universidade de Princeton, apareceu com uma idéia radical: a existência de universos paralelos, exatamente como o nosso.

Esses universos estariam todos relacionados ao nosso.
Na verdade, eles derivariam do nosso, que, por sua vez, seria derivado de outros.
Nesses universos paralelos, nossas guerras surtiriam outros efeitos dos conhecidos por nós.
Espécies já extintas no nosso universo se desenvolveriam e se adaptariam em outros e nós, humanos, poderíamos estar extintos nesses outros lugares.

Essa teoria é perturbadora e ao mesmo tempo enlouquecedora e, mesmo assim, compreensível.
Noções de universos ou dimensões paralelos, que se assemelham aos nossos, apareceram em trabalhos de ficção cientírica e foram usadas como explicações na metafísica, mas por que um jovem físico em ascensão arriscaria o futuro de sua carreira propondo uma teoria sobre universos paralelos?

Com sua teoria dos Muitos Mundos, Everett precisou responder uma questão muito difícil relacionada à física quântica: por que a matéria quântica se comporta irregularmente? O nível quântico é o menor já detectado pela ciência.
O estudo da física quântica começou em 1900, quando o físico Max Planck apresentou o conceito para o mundo científico.
Seu estudo sobre a radiação trouxe algumas descobertas que contradiziam as leis da física clássica.
Essas descobertas sugeriram que existem outras leis operando no universo de forma mais profunda do que as que conhecemos.

Em um curto espaço de tempo, os físicos que estudavam o nível quântico perceberam algumas coisas peculiares nesse mundo minúsculo. Uma delas é que as partículas que existem nesse nível conseguem tomar diferentes formas arbitrariamente.
Por exemplo: os cientistas observaram fótons - minúsculos pacotes de luz - atuando como partículas e ondas.
Até mesmo um único fóton tem esse desvio de forma.
Imagine que você fosse um ser humano sólido quando um amigo olhasse você e, quando ele olhasse de novo, você tivesse assumido a forma gasosa.

Isso ficou conhecido como o Princípio da Incerteza de Heisenberg.
O físico Werner Heisenberg sugeriu que, apenas observando a matéria quântica, afetamos seu comportamento; sendo assim, nunca podemos estar totalmente certos sobre a natureza de um objeto quântico ou seus atributos, como velocidade e localização.

A interpretação de Copenhague da mecânica quântica apóia essa idéia.
Apresentada primeiramente pelo físico dinamarquês Niels Bohr, essa interpretação afirma que todas as partículas quânticas não existem em um ou outro estado, mas em todos os estados possíveis de uma só vez.
A soma total dos possíveis estados de um objeto quântico é chamada de sua função de onda.
A condição de um objeto existir em todos seus possíveis estados, de uma só vez, é chamada de superposição.

Segundo Bohr, quando observamos um objeto quântico, afetamos seu comportamento.
A observação quebra a superposição de um objeto e o força a escolher um estado de sua função de onda.
Essa teoria explica por que os físicos obtiveram medidas opostas em relação ao mesmo objeto quântico: o objeto "escolheu" estados diferentes durante diferentes medidas.A interpretação de Bohr foi amplamente aceita e ainda o é por grande parte da comunidade que estuda física quântica, mas ultimamente a teoria de Everett dos Muitos Mundos tem recebido muita atenção.

Teoria dos Muitos Mundos:

O jovem Hugh Everett concordava com muito do que o altamente respeitado físico Niels Bohr havia sugerido sobre o mundo quântico. Ele concordava com a idéia da superposição e com a noção das funções de onda, mas discordava de Bohr em um ponto vital.

Para Everett, medir um objeto quântico não o força de um estado para o outro, mas uma medida tirada de um objeto quântico causa uma quebra no universo. O universo é literalmente duplicado, dividindo-se em um universo para cada possível desfecho da medida.
Por exemplo, digamos que a função da onda de um objeto seja tanto de uma partícula quanto de uma onda.
Quando um físico mede a partícula, existem dois desfechos possíveis: ela será medida como uma partícula ou como uma onda.
Essa diferenciação transforma a teoria de Everett dos Muitos Mundos em uma concorrente da interpretação de Copenhague como uma explicação para a mecânica quântica.

Quando um físico mede o objeto, o universo se quebra em dois universos distintos para acomodar cada um dos possíveis desfechos. Então, um cientista em um universo descobre que o objeto foi medido na forma de onda.
O mesmo cientista, no outro universo, mede o objeto como uma partícula.
Isto também explica como uma partícula pode ser medida em mais de um estado.

Pode parecer estranho, mas a interpretação dos Muitos Mundos de Everett tem implicações além do nível quântico.
Se uma ação tem mais de um resultado possível, então - se a teoria de Everett estiver certa - o universo se quebra quando aquela ação é tomada, o que continua sendo verdade, mesmo quando a pessoa decide não tomar uma atitude.
Isso significa que se você já esteve em uma situação onde a morte era um dos possíveis desfechos, então, em um universo paralelo ao nosso, você está morto.
Esse é apenas um dos motivos que faz algumas pessoas acharem a interpretação dos Muitos Mundos perturbadora.

Outro conceito perturbador da interpretação dos Muitos Mundos é que ela mina nosso conceito linear de tempo.
Imagine uma linha do tempo mostrando a história da Guerra do Vietnã.
Em vez de uma linha reta mostrando acontecimentos notáveis progredindo adiante, uma linha do tempo baseada na interpretação dos Muitos Mundos mostraria cada possível desfecho de cada ação tomada.
Dessda forma, cada possível desfecho das ações tomadas (como resultado do desfecho original) também seria registrado.

Uma pessoa, porém, não pode ter consciência de suas outras personalidades - ou até mesmo de sua morte - que existem nos universos paralelos. Então, como saberemos se a teoria dos Muitos Mundos está certa?
A certeza de que a interpretação é teoricamente possível veio no fim dos anos 90, com a experiência mental - uma experiência imaginada, usada para provar ou desmentir teoricamente uma idéia - chamada suicídio quântico.

Esse experimento mental renovou o interesse na teoria de Everett, que foi, durante muitos anos, considerada bobagem.
Desde que se provou a possibilidade dos Muitos Mundos, os físicos e matemáticos têm tentado investigar profundamente as implicações da teoria, mas a interpretação dos Muitos Mundos não é a única teoria que tenta explicar o universo, nem é a única que sugere a existência de universos paralelos ao nosso.

Universos paralelos: separados ou unidos?

A teoria dos Muitos Mundos e a interpretação de Copenhague não são as únicas concorrentes que tentam explicar o nível básico do universo.
Na verdade, a mecânica quântica nem é o único campo dentro da física que procura essa explicação.
As teorias que surgiram do estudo da física subatômica ainda são teorias, o que divide o campo de estudo de forma semelhante ao mundo da psicologia.
As teorias têm partidários e críticos, assim como as estruturas psicológicas propostas por Carl Jung, Albert Ellis e Sigmund Freud.

Desde que sua ciência foi desenvolvida, os físicos estão empenhados em desmontar o universo - eles estudaram o que poderiam observar e trabalharam sobre níveis cada vez menores do mundo da física.
Ao fazer isso, os físicos tentam atingir o nível final e mais básico e é esse nível, eles esperam, que servirá como base para compreender todo o resto.

Seguindo sua famosa Teoria da Relatividade, Albert Einstein ficou o resto de sua vida procurando pelo nível final, que responderia todas as questões da física. Os físicos se referem a essa teoria ilusória como a Teoria do Tudo.
Os físicos que estudam física quântica acreditam estar no caminho para encontrar a teoria final, mas outro campo da física acredita que o nível quântico não é o menor nível, portanto não poderia fornecer a Teoria do Tudo. 
Esses físicos se voltaram para um nível subquântico teórico, chamado teoria das cordas, como sendo a resposta para tudo na vida.
O que é incrível é que durante sua investigação teórica esses físicos, como Everett, também concluíram que existem universos paralelos.

A Teoria das Cordas:

A teoria das cordas foi criada pelo físico nipo-americano Michio Kaku.
Sua teoria afirma que os blocos de construção essenciais de todas as matérias, bem como de todas as forças físicas do universo - como a gravidade - existem em um nível subquântico.
Esses blocos de construção lembrariam pequenas tiras de borracha - ou cordas - que formam os quarks (partículas quânticas) e, por vezes, os elétrons, átomos, células e assim por diante.
O tipo de matéria que é criada pelas cordas e como tal matéria se comporta depende da vibração dessas cordas.
É dessa forma que todo nosso universo é composto e, segundo a teoria das cordas, essa composição acontece por meio de 11 dimensões separadas. 


Dr. Michiu Kaku
Assim como a teoria dos Muitos Mundos, a teoria das cordas demonstra que existem universos paralelos.
Segundo essa teoria, nosso próprio universo é como uma bolha que existe lado a lado de universos paralelos semelhantes.
Ao contrário da teoria dos Muitos Mundos, a teoria das cordas supõe que esses universos podem entrar em contato entre si.
Ela afirma que a gravidadepode fluir entre esses universos paralelos.
Quando esses universos interagem, acontece um Big Bang semelhante ao que criou nosso universo.

Enquanto os físicos têm criado máquinas capazes de detectar a matéria quântica, as cordas subquânticas ainda precisam ser observadas, o que as torna - e a teoria da qual elas vêm - totalmente teóricas. Alguns não acreditam nela, ao passo que outros pensam que ela está correta.
Então, os universos paralelos realmente existem?
Segundo a teoria dos Muitos Mundos, não podemos ter certeza, uma vez que não podemos vê-los ou senti-los de alguma forma.
A teoria das cordas já foi testada pelo menos uma vez e com resultados negativos.
O Dr. Kaku, contudo, ainda acredita que existam dimensões paralelas.

Einstein não viveu o bastante para ver sua busca pela Teoria do Tudo ser adotada por outros.
Então, se a teoria dos Muitos Mundos estiver certa, Einstein ainda está vivo em um universo paralelo.
Talvez, nesse universo, os físicos já tenham encontrado a Teoria do Tudo.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Amigas fazem selfie em bar vazio e fantasma aparece na imagem

Duas amigas foram tomar cerveja num bar e tomaram um susto antes de começar a beber. Pra marcar o momento, Victoria Greeves, de 22 anos, e Kayley Atkinson, de 23, fizeram uma inocente selfie. O bar, chamado Slug and Pun, em Newcastle, na Inglaterra, estava vazio. "Só tinha a gente e um ou dois casais", contaram. Quando foram ver a foto, quase caíram pra trás. Apareceu uma figura sinistra entre as duas. Dá a impressão de ser uma mulher vestida com roupas do século 19, ou o fantasma dela.

Amigas fazem selfie em bar vazio e fantasma aparece na imagem


quarta-feira, 21 de maio de 2014

O Quadro Assombrado

O Quadro Assombrado


Por Mariana Alves

Tenho vários relatos que aconteceram comigo, mas hoje venho relatar um que ainda está um pouco confuso em minha mente. Não lembrava dele até alguns minutos atrás.

Vocês podem achar que estou inventando, mas não, isso aconteceu realmente, e o mais estranho foi eu me lembrar disso só agora e sentir essa vontade tão grande de relatá-lo.

Quando eu era criança tinha um quadro em casa, era um quadro de uma menininha que estava em um balanço. Era um quadro bonito, pintado em madeira. A menininha tinha um vestido rosa todo cheio de babados e era loira, lembrava bastante eu quando era criança.
Quando esse quadro foi meu, eu tinha por volta de 2 anos e meio ou 3, por isso não lembro dele em minha casa, mas sim na casa de minha prima. Sei que minha mãe deu esse quadro para minha prima, mas desconheço o motivo.

Já maior, com meus 5 ou 6 anos, lembro de ver esse quadro na parede do quarto da minha prima, e me lembro dela contando que via a menina se balançando de verdade, ou seja o quadro se mexendo, e muitas vezes, apesar da menina estar sorrindo no quadro, ela via e ouvia essa menina chorando.

Não sei que fim teve esse quadro, só sei que não está mais na casa da minha prima faz um bom tempo. Já se passaram 20 anos desde essa época do quadro, e até hoje minha tia conta que minha prima reclamava do quadro que se mexia. Minha prima até hoje confirma o que via.

Quadro 'amaldiçoado' vira lenda urbana no Sul de Minas



A foto de um bebê sentado diante de um piano alimenta histórias sobrenaturais que se tornaram lendas urbanas na cidade de Santa Rita do Sapucai (MG). Ninguém sabe quem é a criança, nem quando a foto foi tirada. A foto emoldurada, abandonada na rua, foi recolhida por estudantes que a levaram para a casa onde moravam em 2008. Segundo moradores da cidade, a morte de um estudante que morou em uma das repúblicas para onde ela foi levada é atribuída à imagem. Quem conheceu a história diz que as casas para onde o quadro foi levado nunca mais foram as mesmas.


Segundo a lenda, uma das casas onde a foto de origem desconhecida ficou abrigada nunca mais foi a mesma. Ainda segundo testemunhas, um dos jovens que morava no local se mudou e faleceu algum tempo depois e os que continuaram lá relatam "mudanças".

“Parece que a casa foi modificada. Quem está lá dentro não consegue escutar nada do que se passa do lado de fora. É como se a casa tivesse ouvidos e eles fossem tapados o tempo todo”, comentou o dono do quadro em uma postagem no blog que mantém na internet.






Quando o quadro foi encontrado

“Essa aí é a Juliana, não queremos esse quadro não, pode sumir com isso daqui”. Esta foi a primeira frase ouvida por Thompson Vangller de Araújo, quando encontrou o quadro encostado em um muro no Centro da cidade. Ela foi dita por duas garotas de cerca de 10 anos quando questionadas se a imagem pertencia a elas.

Atualmente o paradeiro da imagem é desconhecido e restam aos amigos apenas as lembranças e a sensação de medo que preencheu as duas repúblicas para onde o quadro foi levado.

Um dos jovens que vivia em uma das casas ficou assustado ao acordar e deparar-se com a imagem ao lado da cama dele, tanto que o atirou em um terreno baldio. Por conta disso, o objeto foi levado para outra república, onde viviam amigos de Araújo. Na nova casa, segundo relatos, o quadro provocou visões e muito medo.

Ao chegar à nova república, um dos jovens, apelidado de Bozo, assustou-se ao botar os olhos na imagem. “Ao ver o quadro, pediu que eu o levasse embora da casa, mas como os outros moradores da república gostaram de ver o Bozo com medo, me pediram para deixar o quadro e eu deixei apenas como brincadeira”, relata Araújo.

A graça durou pouco tempo. Semanas depois, o telefone de Araújo denunciava o medo causado pelo quadro na república. “Eu estava no meio de uma aula e ele me ligou pedindo para que eu buscasse o quadro porque ele estava vendo coisas, como vultos e vendo o aparelho de som ser desligado involuntariamente. Na ocasião, ele me disse que estava muito assustado e que em um único dia viu um vulto duas vezes. No começo eu achei graça, mas a partir daí, ele começou a ter crises de pânico, dizendo que mataria alguém. A mãe dele disse para ele jogar o quadro em um rio, ou deixá-lo em cemitério, com uma cruz por cima”, relata Araújo, que se afeiçoou à imagem e mesmo depois de todo medo que ela provocou, não deixou que se desfizessem dela e a levou novamente para a república em que vivia.

O protagonista do caso, Araújo, de 22 anos, hoje vive fora da cidade, mas na época, no início de 2008, era estudante e foi a partir do quadro encontrado que ele passou a aterrorizar os amigos, mesmo que involuntariamente. “Quando eu quis pegá-lo, os três amigos que estavam comigo disseram para eu jogá-lo fora, mas mesmo assim eu quis levá-lo e deixar na parede do quarto onde eu dormia, até porque já tinha pôsteres, cartazes e outros quadros. Ele ficou bastante tempo no meu quarto e nada aconteceu comigo. Apesar da República Desesperômetro nunca mais ter sido a mesma, eu nunca tive medo da Juliana, pois ela é apenas um bebê alegre, que está tocando um piano. É um bebê bem meigo e carinhoso, que não quer nada, apenas tocar um piano e isso é tudo”, acrescenta.

A imagem foi deixada na república em que ele vivia há mais de três anos e desde então não se sabe o que foi feito dela. “Eu nunca soube se o nome do bebê do quadro é mesmo Juliana, mas como ela foi chamada assim pelas garotas que me pediram para levá-lo embora, ficou. Mas, particularmente, nunca tive medo, mas é uma história curiosa”, finaliza Araújo.