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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Uma criatura do Rio Negro - Amazonas




Por Aristelio

Olá pessoal! Vou contar uma história que aconteceu comigo no Amazonas em setembro de 2012.

Meus melhores amigos e eu resolvemos passar o fim de semana em um festival que ia ter em um interior, próximo de Manaus,  mas pra gente poder chegar até lá teríamos de pegar um barco com destino a Itapiaçu, que leva 1 dia e algumas horas.

O barco que nós estávamos era pequeno e tinha dois andares, e ficamos no segundo andar que ia rolar um forrozinho.

Quando anoiteceu o pessoal ficou dançando até as quarto horas da manhã, e eu como não sei dançar nem um pouco, fui logo dormir na minha rede fina e pequena que mal cabia minhas canelas. Quando deu umas 4h30 aproximadamente, todos já estavam dormindo, e como eu não estava conseguindo dormir por causa do frio que eu estava sentindo, por causa da minha rede ser fina, só estava deitado, ouvindo música no fone de ouvido, e de repente tirei o lençol do meu rosto e vi uma pessoa ou uma criatura, não sei bem o que era, mas era totalmente escuro como carvão! Estava em pé do lado de uma mulher, olhando fixamente para ela. E ficou assim durante 15 a 20 segundos. E eu com bastante medo, e até parecia que tinha esfriado ainda mais! Minha perna então escorregou da rede, e rapidamente essa criatura virou o rosto, que não era bem um rosto, na minha direção... reparei que não possuía orelhas, nem nariz, nem boca e muito menos olhos! E com uma grande velocidade se jogou no meio do Rio Negro.

Não tive coragem de olhar no rio. Eu estava com bastante medo, e só tinha comentado isso com meus amigos, mas eles não acreditaram, pensavam que eu queria botar medo neles, mas sei que eu estava certo.
Talvez fosse algum espírito que vive no rio. Talvez, quem sabe?!

Vultos na janela como uma mensagem de morte!

Vultos na janela como uma mensagem de morte


Por David Marcelo Zettel

Olá. Esta é a minha primeira contribuição para o site, acabei de me registrar, não procuro respostas, nem entender o ocorrido, pois acho que já entendi, porém, fatos assim não devem ser deixados de lado, sinto necessidade de compartilhar isto com outras pessoas, gostaria muito de ler os comentários, e se alguém já passou por algo parecido.

Sou uma pessoa bastante cética, apesar de acreditar. Moro em Curitiba, sou de religião católica, apesar de não acreditar na Igreja, acredito em seus ensinamentos, nunca lí a bíblia, acredito apenas que existe algo após a morte, acredito bastante no espírito e que as pessoas possuem uma alma ou espírito, e que esta, ao se libertar do corpo, pode ainda continuar presentes entre nós, ou que, de onde estejam, podem intervir ao nosso bem, de forma a iluminar nossos caminhos, não sou espírita também, mas acho que esse pensamento tem muito a ver com o espiritismo.


Sou uma pessoa bastante cética, nunca acreditei em contos de fantasmas, ou coisas do gênero, e pelo contrário, ao ouvir relatos de outras pessoas, acho que é ignorância.

O fato que vou relatar, ocorreu comigo há pouco mais de um mês (17-11-12).

No dia em questão, como é de costume, levantei-me por volta das 8 da manhã, coloquei água na chaleira e levei ao fogão, para fazer um café antes de sair de casa para o trabalho. Até que a água começasse a ferver, lavei o rosto, troquei de roupa, e em poucos minutos a água para o café começou a ferver, ao chegar em frente ao fogão, segurei a chaleira com a cabeça abaixada, olhando para o fogão, ao erguer a cabeça, olhei por um segundo para uma janela que existe atrás do fogão, nesse instante eu vi um vulto preto que seguia do meu lado esquerdo para o direito, indo em direção ao quarto. Olhei para trás nesse momento, e pela porta da sala, vi em um varal de roupa que existe em frente à minha casa, na varanda, uma toalha que esvoaçava com o vento, não dei nenhuma importância ao fato, e achei que o vulto era o reflexo dessa toalha.

Peguei o meu copo de café, e segui em direção à garagem, passando pela lateral da casa da minha mãe, e como moro na casa dos fundos a dela, meu carro fica estacionado em frente a sua casa, com o alarme. Destravei o carro e repousei o copo de café que estava nas mãos sobre o teto do carro, estava bem em frente ao quarto da minha mãe, mas como era bem cedo, mesmo sabendo que ela ainda estava dormindo, da mesma forma, que a vez anterior, eu estava olhando para dentro do carro, antes de entrar, e olhei para a janela do quarto, não havia ninguém na janela, a cortina estava fechada, e como a garagem é mais escura do que a parte externa da casa, pude ver novamente, um vulto, negro como uma sombra, passar atrás de mim, novamente, do lado esquerdo para o direito. Como a rua que eu moro, é uma rua sem saída, muitos vizinhos deixam os seus carros em frente a minha casa, e desta vez, achei que o vulto pudesse ser algum vizinho, que acabava de sair de algum desses carros, novamente olhei para trás, e não vi nada, mas de nenhuma forma, se fosse uma pessoa, daria tempo de sumir dessa forma.

Isso tudo ocorreu em frações de segundos, após este ocorrido, entrei em meu carro, e pensei, hoje vou bem devagar ao trabalho, (não que eu corra, além do mais, o trânsito nem permitiria correr), cuidando de tudo e de todos, para que não ocorra nenhum acidente, pois muitas vezes, o ocorrido, pode não ser exatamente com você, mas algum acidente em que possa vir a se envolver, mesmo não tendo culpa, é uma dor de cabeça, ainda pensei comigo mesmo, - Hoje o dia não vai prestar.

Era exatamente meio dia, eu tinha acabado de almoçar, e já não estava mais nem lembrando do ocorrido naquela manhã, quando o meu celular tocou, minha esposa me ligava, a princípio, não estranhei, pois ela sempre me liga a qualquer hora, ela estava ligando para me avisar, que meu tio, irmão da minha mãe, havia acabado de falecer.

De imediato, lembrei do fato ocorrido naquela manhã, peguei meu carro e sai do meu trabalho, eu estava indo para casa, para ver o que estava acontecendo, no caminho, meu cunhado me ligou, então perguntei a ele, em que hospital meu tio estava, eu sabia que ele sofria problemas cardíacos, então imaginei que havia se arruinado durante a noite e havia sido internado, ele me informou então, que ele não estava em nenhum hospital, e que havia acabado de falecer na rua, dirigindo seu carro.

Cheguei ao local onde ele estava, que fica há duas quadras da minha casa, e fiquei sabendo por meus parentes, que ele havia estado na casa da minha mãe, a manhã toda, havia tomado café da manhã lá, e estava muito feliz, pois estava indo para a chácara, local onde ele adorava passar os fins de semana, havia pego umas telhas, que eu tinha atrás da minha casa, disse que levaria para a chácara, para consertar os estragos de uma chuva de pedras, de uma semana antes. Minha vó, disse que ele havia chego em sua casa, (casa da minha mãe) uns cinco minutos depois que eu sai.

Ai eu me pergunto, seriam os vultos que eu ví, naquela manhã, a morte rondando a minha casa, como um agouro de morte para meu tio, ou seria um aviso, e será que havia alguma forma de avisá-lo.

sábado, 17 de maio de 2014

A Lenda do parque Takakonuma Greenland

O parque assombrado e a menina fantasma. Uma lenda japonesa que tem como referência um parque de diversões de verdade.

Takakonuma Greenland, localizado em Date no Japão, bem próximo de Fukushima, (onde ocorreu o desastre de um Tsunami, causando assim, um incidente nuclear em 2011. 

Em 1973, os parques de diversões se tornaram a mais popular das atrações no Japão. A tendência era a de: Pessoas se divertindo e empresários enxugando cada "centavinho" de adultos e crianças...

Era algo muito lucrativo para a época porém, montar um parque não era nada barato, não e não.

Makoto era um empresário que tinha um "sonho". O miserável infeliz queria muito montar um parque de diversões mas, não tinha grana!

A lenda diz que Makoto, procurou ajuda de um Oni muito poderoso conhecido como Amanojaku. Caso você não saiba, Oni é uma espécie de demônios no Japão e Amanojako é um poderoso e maléfico demônio que tem a capacidade de despertar e realizar os desejos sombrios de uma pessoa.




Explicando de um jeito bem simples, podemos dizer que Makoto fez um pacto com o Diabo e a condição era de que ele entregasse sua bela e jovem filha ao demônio o qual, lhe daria todo o dinheiro necessário para criar seu novo negócio.

E assim foi, Makoto construiu o parque e sua filha simplesmente sumiu do mapa bem no dia da inauguração. Só que o belo e maravilhoso parque não durou muito, ele encerrou suas atividades com menos de dois meses. O motivo? O salafrário do Makoto morreu! Maldito e azarado ...

Uma montanha russa gigantesca, uma roda gigante encantadora, dezenas de brinquedos fantásticos, qualquer infeliz como você gostaria de estar lá mas, no Japão, um parque sem dono é um parque abandonado e assim ficou até o ano de 1986. 

Dessa data em diante, um misterioso e desconhecido empresário reabriu o parque que funcionou por mais 13 anos, (Olha o número do azar aí!)

Mas falando sério, o parque não durou mais que isso por conta de acontecimentos trágicos. 

Dizem que durante esses anos em que voltou à funcionar, pelo menos 6 pessoas morreram e algumas tantas ficaram feridas.

A gota d'água foi quando um jovem teria cometido suicídio após se jogar do carrinho da montanha russa. Em "depoimento," seus amigos disseram que não foi possível impedi-lo, 

antes de se jogar, o jovem parecia normal mas, ao entrar no passeio ele ficou diferente e murmurava algo parecido com "Eu vou pra junto dela." E nisso, Paff, ele pulou e morreu! Mortes, mortes e mais mortes, bom o parque fechou de vez não é? E se você pensa que a história acaba aqui está cometendo equivoco, é agora que as coisas começam à piorar. 

Em 2007, um turista do reino unido chamado Bill Edwards, resolveu conhecer o parque abandonado. Ele foi até o local e constatou que apesar do tempo, tudo estava intacto, como novo. Ele fotografou tudo, só que quando foi descarregar as fotos no pc "tTADÃN!" Não havia nada.

E não era pra ter mesmo afinal, a prefeitura local desmontou o parque um ano antes da visita de Edwards.

Na verdade, até havia uma foto, só que ao invés do parque... Bem, não vou contar, vou é mostrar veja:





Se você acredita ou não, não me culpe, eu apenas conto a lenda, vá reclamar com o tal Bill Edwards, isso é, se você tiver dom de falar com mortos é claro afinal, Bill cometeu suicídio e foi justamente por causa da foto.

Além desse caso, diversas pessoas já juraram de pés juntos que teriam avistado o parque. Alguns dizem até que estava em funcionamento total. Tem até histórias de que é possível ver o espírito de um menina vagando pela a rua abandonada da entrada do parque. 

E o mais espantoso de tudo vem agora:

No google mapas, é possível ver o local onde o parque ficava. Tem pessoas que dizem que se você ficar olhando constantemente é possível sentir uma sensação ruim, como se a morte estivesse ao seu lado.

Em alguns fóruns japonês sobre o assunto, algumas pessoas relataram que a imagem da menina aparece como foto no google mapas e que o parque também pode ser visto (embora ele não esteja lá.) O problema é que quando isso acontece, a pessoa começa à ter uma crise convulsiva que pode até levar à morte.

Em 2012, uma jovem garota foi encontrada morta em seu quarto no Japão, o seu notebook estava ligado quando acharam seu corpo, adivinhe para onde ela estava olhando antes de morrer ? 

Verdade, mito, lenda,? Dane-se! Eu quero mais é andar de montanha russa. Alguem aqui quer me acompanhar?


Veja e escute essa lenda em video!






Mentira? Mas o parque existe de verdade... Veja fotos:


parque Takakonuma Greenland








Contos Reais - A Piscina

Contado pelos mais velhos, havia por aí a história de que por meados dos anos cinquenta um grupo de meninos tinha desaparecido. A história que se passava de geração em geração era que esse grupo tinha entrado em uma casa abandonada em uma floresta para ver o que encontravam.

Trinta anos depois, em 1982 um homem estava acampando e encontrou uma câmera. Ele levou para a polícia para tentar encontrar o dono. Os policias revelaram as fotos para encontrar que a maioria do filme estava danificado, apenas restando poucas fotos com uma qualidade muito pobre. Essa foi a última foto tirada. Nenhum dos garotos foi identificado.


Contos Reais - A Piscina, Contos Reais

Sobrenatural: Estátua da Branca de Neve pisca em reportagem!

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Este fato ocorreu em meados do fim de 2010 em Veracruz, México. Uma estátua da Branca de Neve assombrava a todos e então, uma equipe do programa Extranormal(do México) foi visitar este parque, juntamente com uma médium. Lá identificaram que o parque de diversões foi construído sobre um antigo cemitério(parece clichê de filme de terror), tanto que uma lápide que não foi retirada na construção, foi encontrada. Quando filmaram as estátuas de Branca de Neve e os sete anões (convenhamos que são bizarras demais, a ponto de assustar, mesmo que não sejam assombradas), a médium afirma que há energias negativas, mas, que não sabe se vem do cemitério ou de um acidente ocorrido na região tempos atrás. Quando o câmera dá um close na face dela, um espanto à todos: Ela dá uma piscada, fazendo todos saírem correndo.






Fake ou não, “Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia.” (Hamlet – William Shakespeare)

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O Demônio de Jersey

O Demônio de Jersey


O Demônio de Jersey (às vezes chamado de O Diabo de Leeds) é uma criatura do folclore norte-americano, um ser criptozoológico que dizem habitar o sul de Nova Jersey.


O Demônio de Jersey


A criatura é descrita freqüentemente como um ser bípede, com cascos, asas, rabo e uma cabeça de monstro, mas existem muitas variações.


O Demônio de Jersey


A versão mais popular da lenda do O Demônio de Jersey se inicia no século 18, quando Deborah Smith, da Inglaterra, imigrou para o Pine Barrens no sul de Nova Jersey para casar com um Sr. Leeds, um homem muito vaidoso que queria vários herdeiros para continuar o nome da família. Conseqüentemente, a nova esposa ficava grávida continuamente. Depois que deu a luz a doze crianças saudáveis, ela ficou chocada ao ficar grávida de seu décimo terceiro. Ela amaldiçoou o bebê, que declara ter uma preferência para o filho do demônio e não de outro filho de Leeds. Aparentemente, seu desejo foi concedido, o novo filho tinha patas, garras, asas, uma cauda e uma macabra cabeça de cavalo. O terrível recém-nascido começou a comer as outras crianças e os pais, antes de escapar pela chaminé para começar seu reinado de terror.

O Demônio de Jersey tambem foi tema da serie de TV Arquivo X (The X-Files).


O Demônio de Jersey

A Lenda das Fofoletes

A Lenda das Fofoletes, Fofoletes, lenda de boneca


Fofoletes são bonecas bebês, vestidas com pijamas de dormir, cada uma de uma cor, vendidas inicialmente pela marca Trol, e depois Estrela. Elas vinham numa caixinha pequena, parecida com a de palitos de fósforo, e fez muito sucesso no final dos anos 70, chegando no auge nos anos 80.

Na década de 80 era um dos presentes mais desejados pelas crianças, e assim começou a surgir a lenda sobre as Fofoletes, diziam que seu criador perdeu uma filha ainda bebê, o que representou com a fofolete, e as caixinhas onde elas eram vendidas, estavam representando o caixão.





A lenda urbana não afetou muito o comércio, na época já existiam outras como os do boneco do Fofão e da apresentadora Xuxa.


Fofoletes


Mais versões das lendas das Fofoletes é que quando anoitecia, elas começavam a chorar, fazer barulhos e enquanto as pessoas da casa dormia, elas criariam vida, podendo sair de suas caixinhas para fazer artes e diabruras.


Fofoletes


Relatos recentes de colecionadoras de bonecas contam que ainda acontece isso, mas elas não sabem se as anormalidades vem das Fofoletes, ou das outras bonecas que estão com as mesmas.


Contos Reais - Ilha das Bonecas

Ilha das Bonecas


Em 1951, algumas crianças brincavam numa cidade do México quando uma garotinha tivera deixado cair sua boneca em um rio. Mas, ao ir atrás da boneca, ela caiu lá dentro, e como não sabia nadar, veio a falecer. Algum tempo depois da tragédia, algumas pessoas que moravam na pequena cidade, ouviram alguns ruídos e choros de uma criança. Porém, o choro só vinha no meio da noite, e não havia nenhuma criança acordada ou fora de casa. Foi aí que Julián Santana Barrera, morador do local, percebeu que não era nada natural, e que este choro era por algo que estava pedindo, algo que, segundo ele, era uma boneca. Todos os moradores sabiam que era a menina que tivera morrido no rio e deixaram a cidade, exceto Julián, que conseguiu várias bonecas e as amarrou nas árvores, ao redor de sua casa. Segundo Julián, a menina nunca mais o pertubou. Anos se passaram, as bonecas se decompuseram e a alma da menina voltou a perturbá-lo. Julián estava velho de mais para colocar outras bonecas nas árvores, alguns moradores de uma cidade vizinha se manifestaram por ele, levando as próprias bonecas e pendurando-as em volta de sua casa, na esperança de que o fantasma nunca mais o assombrasse. Mas, em 2001, Julián morreu afogado, no mesmo local que a menina tivera morrido. A  hoje cidade é visitada por turistas e as bonecas continuam no local em decomposição.



Este é o local no google maps:
"Ilha das bonecas"

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Contos Reais - O Espelho




Contos Reais - O Espelho, O EspelhoNancy Fieldman, uma garota bonita e inteligente, de origem humilde, trabalhava em uma mansão na Inglaterra, juntamente com sua mãe por volta do ano 1870. Segundo a historia, O Senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as sobras de seus frequentes banquetes e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hospedes e convidados. Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja" (entalhado na parte inferior do espelho). Nancy era uma garota tímida, porem muito sorridente, entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e queria abandonar a mansão. O dono da mansão, sabendo de suas intenções, trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar. Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir as agressões a que era submetida, dando um golpe com sua boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca. A garota derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas palavras: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja". Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos. Ate hoje a morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho, muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy.

Contos Reais - O Dia da Meia Noite




Conto Reais - O Dia da Meia Noite, contos reais, meia noite, terrorNuma cidade do interior de Minas Gerais, chamada Ibiá, conta-se um "causo", que segundo os moradores não é ficção, mas sim realidade. Na década de 60, uma enfermeira, filha de criação de um grande fazendeiro, iria se casar. Linda era a senhorita, cabelos negros e longos, pele morena, corpo de violão, rosto de anjo, lábios carnudos e sensuais. Seu noivo, um rapaz da cidade grande, segundo boatos, estaria mais interessado nas fazendas da família, do que na voluptuosa senhorita. Chegado o grande dia, tudo estava certo: Uma grande festa na fazenda, a capela já estava ornamentada e o padre se preparava tomando "alguns" cálices de vinho. os convidados chegavam aos poucos, e o comentário era que os noivos viajariam para a "Europa" em lua de mel. No grande momento, eis que entra na capela, a linda noiva, deslumbrando beleza e felicidade. Mas o noivo ao vê-la, corre e no meio da capela grita: - "Sinto Muito! Não a amo. E as fazendas do seu pai não são suficientes para comprar esse casamento." Em seguida o noivo foge e a pobre donzela, aos prantos, se tranca em seu quarto. Pela manhã, ao arrombarem a porta, deparam-se com uma cena horrorosa: A noiva, nua, só de véu e grinalda enforcara-se com lençóis. Estava pendurada no lustre do seu quarto. A data do casamento: 20 de Maio. Conta-se que até hoje, nesta mesma data, à meia noite, a linda noiva aparece, nua, cavalgando pelas ruelas da pequena Ibiá, dando gritos de horror e desespero!